sábado, 11 de agosto de 2007

Reprise!


Satisfação. Essa é a melhor palavra que descreve a finale de Gilmore Girls. Os verdadeiros fãs dessas garotas sabem que a série cumpriu sua principal premissa, postergada desde o episódio piloto: a jornada de uma mãe solteira em conseguir uma formação de qualidade para sua filha. E que jornada maravilhosa! Os obstáculos nesse percurso foram os mais variados: (falta de) dinheiro, garotos, competição, cobranças, indecisões, medo, distância... E o melhor de tudo é que nada disso aconteceu através de clichês ou estorinhas de contos de fadas. As coisas mudam, os amigos se separam, as relações terminam e quebramos a cara de vez em quando. Durante sete anos, vimos um universo se desenvolver com tanta naturalidade que chega a assustar. Por incrível que pareça, minha comoção partiu dos momentos mais triviais do episódio. Ver Lane e Rory já adultas conversando sobre a vida naquela varanda me encheu de um orgulho estranho. Quando Lorelai escuta da filha um "você já me deu tudo o que eu preciso" e do Luke um "Eu... Gosto de ver você feliz" confesso que meus olhos ficaram marejados. Tudo correu de forma tão leve e despreocupada que isso se tornou o maior trunfo do episódio. Fechar o ciclo com uma festa simples e improvisada, reunindo todas as figuras cativas de Stars Hollow, acompanhada do incrível discurso de Taylor (gargalhei deliciosamente e vou reproduzir um trecho abaixo mais ou menos como me lembro): "... e te acolhemos no útero da comunidade. Agora, nessas últimas e dolorosas contrações te expelimos para o mundo e limpamos o líquido amniótico de seus olhos..." Fantástico! E a tomada final homenageando a clássica cena do episódio piloto passa uma sensação de que a vida continua. Não precisamos de avanços no tempo, casamentos coletivos ou ninhadas de bebês para termos a sensação de um final. Chegamos ao último capítulo do livro intitulado Gilmore Girls e, embora queiramos, não necessariamente PRECISAMOS saber o que vem a seguir. Uma série nada menos que inesquecível.
Esse texto, na minha opinião, um dos melhores que eu já vi.
Ele me dá paz, alegria, nostalgia etc.
Faz parte de mim.
Ele mereceu estar nesse novo blog.
Beijos

Meu pseudo-fotolog!





Mais de uma década atrás. Nossa, estou me sentindo tão velha!
*Mayara, eu e Biankka (cachorra).
Beijos.






Japinha!



Vai falar que ele não é a cara da tia?!

Ultra-som de três semanas de gestação.

Para quem não achou o bebê ainda, ele é essa manchinha preta no meio da coisa branca.

Beijos

E no outro lado do mundo...

Então, essa é a Juliana. Ela conheceu o meu irmão Felipe (juro, ele é mais bonito) no Japão, e eles vão ter um bebê.
Obs: Ele deve ter passado alguma coisa nesse braço, que matagal! rs
Beijos

Então meu, o negócio é o seguinte!

O bagulho tá embassado por aqui, meu irmão fica fazendo doce e as fotos styles não saem de jeito nenhum.
Então é isso aí cumpadi.
Até qualquer dia, firmeza?

Beijos

Uma história muito triste...

Era uma vez, uma menina chamada Maria Eugênia. Ela era muito risonha, gostava de dormir, e de ver televisão. Sempre odiou física, mas como a vida não é um conto de fadas, ela teve que enfrentar essa batalha. Um dia, quando essa mocinha tinha 17 anos, ela ficou doente, muito doente. Os pais dela não sabiam o que fazer para ela se sentir melhor. A enviaram para os melhores médicos do Brasil e nada resolvia. Ela sentia dores terríveis no peito. Quanto ela já estava no seu leito de morte, descobriram o real motivo de sua agonia, ela estava morrendo de amor.

Historinha piegas.
Beijos